sábado, 25 de dezembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Candidatos: Confeccione o seu release já !
Release bem estruturado, cuja essência é a informação costuma ser a ferramenta fundamental para todo e qualquer veículo de comunicação.
Elaborar informação de qualidade é a nossa especialidade e proposta. Para isso contamos com profissionais qualificados que compreendem e conhecem as peculiaridades das redações e sabem captar o que é de interesse da mídia (imprensa) e da sociedade.
O principal objetivo é disseminar informação, e com isso gerar satisfação e reconhecimento das ações e atitudes dos candidatos ou políticos. Expor fatos e atitudes em prol da sociedade é uma extrema necessidade de sobrevivência não somente dos mandatos políticos, mas de grandes empresas e marcas.
O Release (texto jornalístico) funciona tanto para divulgar informação, quanto para prestar contas para os eleitores e é, sem dúvida, uma forma de gerar satisfação e reconhecimento das ações dos políticos e candidatos.
Além do Release, produzimos o Press-Kit ou Pacote de imprensa. Trata-se de um pacote de Press - release com brindes promocionais, uma amostra/réplica do produto ou o próprio produto, fotos de divulgação, credenciais de imprensa e outros ítens que facilitem a cobertura jornalística sobre o que se quer divulgar e estimulem os jornalistas a publicar a intenção do assessorado.
Nossa equipe profissional conta com um jornalista, um fotógrafo, e uma gestora de comunicação, entre outros. Estamos prontos para atender a demanda de candidatos que necessitem de nossos serviços com a rapidez e a agilidade exigidas por um momento especial como este de campanha eleitoral.
Para mais informações, entre em contato conosco:
Viviane de Faria - Jornalista Responsável (13) 8124-3494 - viviane_jor@hotmail.com
Vanessa Montalvão - Diretora de Comunicação (11) 9592-1110 – van_montalvao@hotmail.com
Brasil 1974: Vamos reviver a história ?

Ali, nove horas antes do prazo, a primeira urna a ser aberta no país revela, com uma vantagem de 30% dos votos, o nascimento de um novo fenômeno eleitoral: Orestes Quércia, ex-prefeito de Campinas, que há dois meses gravava vídeo-tapes de propaganda eleitoral no centro de São Paulo despertando menos curiosidade que o cinegrafista, alcançava a maior vantagem jamais registrada no Estado em eleições majoritárias. E isso contra o futuro ex-senador Carvalho Pinto, que há dezesseis anos foi protagonista de um espetáculo comparável ao conquistar o governo estadual.
Orestes Quércia, por exemplo, candidato a senador por São Paulo, talvez fique muito tempo gravado na memória dos fãs de seus programas eleitorais na gtelevisão pelas duas palestras mais importantes de toda a campanha: numa tratou da saúde pública no Brasil, na outra criticou a política nacional de habitação.
O domínio de quase 70% do eleitorado paulista vai custar a Orestes Quércia um sacrifício: a partir de março, terá que passar as semanas em Brasília, cidade de que não gosta. Mas tem uma compensação: a de repetir e até superar o efeito de Jânio Quadros, sua admiração na política. "Trabalhei para ele quando era segundo-tenente do Exército. Tive uma decepção muito grande quando ele renunciou", comentava na semana passada.
Quércia - Vereador / Deputado Estadual / Prefeito
Orestes Quércia iniciou sua carreira política ao ser eleito vereador em campinas pelo Partido Libertador em 1962. Em 1966, com 28 anos, é eleito deputado Estadual pelo MDB. Na mesma eleição, na bancada federal do partido, elege-se por São Paulo, Ulysses Guimarães. A atuação de Quércia na Assembléia foi bastante ativa. Fez denúncias e protestos, trabaklhou na defesa da anistia, da liberdade sindical e pelo fim dos decreto-leis.Em 1968, Quércia elegeu-se prefeito da cidade de Campinas. Em sua gestão, desenvolveu trabalhos através do planejamento coordenado com a Universidade Estadual de Campinas. Entre suas obras, destacam-se a implantação do plano viário da cidade, construção de hospitais e prontos socorros, centros de convivência cultural e de mais de 10.000 casas populares, possibilitando a erradicação total das favelas.
Nos primeiros meses de 1979, aproveitando-se do clima formado em torno da discussão a respeito da anistia aos exilados políticos e do próximo retorno ao país de muitos líderes que se encontravam no exterior, os chefes militares estimularam a discussão a respeito da necessidade de dissolver o MDB. A estratégia era a de estimulaer a formação de vários partidos capazes de abrigar os vários líderes oposicionistas, numa clara tentativa de fragilizar a força crescente do Movimento Democrático Brasileiro.

